Ah, como dó...
Meu coração faz poesia, soneto, sarau e serenata - enquanto o teu, bicho inquieto, surpreendentemente adormece em um canto qualquer. E eu, em qualquer canto, acordada, nas cordas da viola que insiste mas ninguém vê. Ouviu? Intuo que não. Esse órgão tem sono pesado para a pena que é cantar para quem não parou pra escutar.
Dói como dó.
Nenhum comentário:
Postar um comentário