sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Ah, como dó...
Meu coração faz poesia, soneto, sarau e serenata - enquanto o teu, bicho inquieto, surpreendentemente adormece em um canto qualquer. E eu, em qualquer canto, acordada, nas cordas da viola que insiste mas ninguém vê. Ouviu? Intuo que não. Esse órgão tem sono pesado para a pena que é cantar para quem não parou pra escutar. 
Dói como dó. 

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